Caso você nunca tenha andado de bike na ciclofaixa de São Paulo, essa é sua chance, suba no meu ombro e curta o passeio Parque do Ibirapuera -- Parque Villa-Lobos -- Parque do Ibirapuera ;)
Fotos e edição Henrique Manreza/28mm
Caso você nunca tenha andado de bike na ciclofaixa de São Paulo, essa é sua chance, suba no meu ombro e curta o passeio Parque do Ibirapuera -- Parque Villa-Lobos -- Parque do Ibirapuera ;)
Fotos e edição Henrique Manreza/28mm
Mais uma histórinha da série fotografar por tesão…
Hoje em pleno feriadão eu acordei cedo e resolvi caminhar por São Paulo (Paulista-Consolação-Minhocão-Barra Funda), ao contrário de quem corre e faz 10km em 30 minutos, os mesmos 10km nos pés de alguém com uma câmera na mão pode tranquilamente levar mais de três horas :)
Eu nunca tinha ido andar no Minhocão (Elevado Costa e Silva), mas já tinha visto milhares de fotos e sempre achei animal, porém a preguiça nunca me deixava ir, então hoje resolvi que ele seria o objetivo.
Achei impressionante como a galera vai para fazer exercício, isso misturado com o visual surreal das janelas dos prédios na sua cara, tudo se torna altamente fotografável. Mas o que mais gostei foi ver a quantidade de pessoas passeando com seus cachorros, muita gente mesmo, de todos os estilos possíveis.
Então sentei na ilha central, e fiquei por um bom tempo observando as pessoas e resolvi me impor um desafio, e me sinto orgulhoso em dizer que o resultado dele está logo abaixo. Pessoas, cachorros e o Minhocão.
Uma curiosidade: Sabe aquele ditado de “gentileza gera gentileza”? Pois bem, durante todo o trajeto eu não recebi um não sequer, todos foram fantásticos comigo e no único momento em que um casal pensou em recusar posar, passou pela gente a Lucia com a fofa da Thai (que eu tinha fotografado no começo do percurso) e gritou: – Tchau Henrique, bom trabalho. Abri um sorriso enorme e dei tchau. Nisso qualquer dúvida ou receio que o casal tinha sumiu e fizemos as fotos ;)
Manuel acompanhado do Ralf e Cristina acompanhada do Boris.

Cassius acompanhado do Chio e Conceição acompanhada do Paçoca.

Carlos acompanhado de Sandy&Junior e Marlene acompanhada de Toni e Nicole.

Antonio Carlos e Lidiane acompanhados da Ursula e Lucia acompanhada da Thai.

Francisco acompanhado de Toy e Snoopy e Cosme acompanhado do Samy.

Gerard acompanhado da Luna e Chai e Adrian acompanhados da Amora.

Marlene acompanhada da Priscila e Silvia acompanhada do Pretinho.

Fotos Henrique Manreza/28mm
O 28mm já publicou em outras oportunidades informações e matérias sobre o crack, droga altamente viciante que consegue destruir a vida de uma pessoa em muito pouco tempo. Isso levou o fotojornalista Victor Moriyama a procurar o blog e mostrar suas impressões sobre esse sério problema social.
O Crack se instalou nas principais cidades do planeta, tornando-se uma espécie de epidemia socialmente incontrolável e com consequências destruidoras para os usuários. Tive a oportunidade de registrar alguns usuários nas regiões centrais das cidades de São Paulo e São José dos Campos (SP) e notar traços de uma permanente inquietação. Alguns personagens após o uso mostravam um comportamento transtornado, e as alucinações eram constantes. Muitos me relataram seu desejo em sair do vício, qualificado como incontrolável, mas esbarravam na falta de amparo do Estado em oferecer clínicas de tratamento. Suas histórias de vida relatavam o verdadeiro drama de quem vive na rua, e se desligaram do convívio social com família e amigos. Especialistas indicam que o ápice do efeito da droga se da nos 3 primeiros minutos e pode se prolongar, de forma reduzida, até 10 minutos. Trata-se de um efeito rápido, de curta duração o que leva os usuários a querem estar novamente sob efeito da droga. Estima-se que um viciado pode chegar a morte em 7 anos ao usar a droga todos os dias.
O Crack é fabricado a partir da mistura de bicarbonato de sódio com uma pasta de cocaína. A palavra crack vem do inglês “to crack” associado ao barulho que as pedras fazem quando queimadas. O Crack é fumado em cachimbos improvisados ou em latas de alumínio e conta com o auxílio das cinzas de cigarro colocadas em baixo da pedra durante o consumo. Nas bocas de fumo o valor da pedra de crack é padronizado e custa em média 5 reais.







Texto e fotos: Victor Moriyama
Para começar 2011 com o pé direito algumas medidas foram tomadas :)
1) Atualizei meu portfólio. (Vale como uma retrospectiva do ano que passou. heh)
2) Vou me exercitar mais. (Agora tenho um clube pra ir.)
3) Me associei a Fototech. (Uma Associação de Fotógrafos que vale a pena conhecer.)
4) Pela primeira vez terei 30 dias de férias (Que serão muito bem aproveitadas.)
5) Manterei a meta de 2010 de LER muito.
A lista continua e é longa, mas não vou atormentar vocês com letrinhas, vamos as fotos ;)
Foram 6 as atualizações no portfólio/retrospectiva: três séries de retratos [um, dois e três], uma série chamada “Trabalhadores“, outra “São Paulo” e por fim a “News_02” com algumas coisas que aconteceram em 2010.
Tanto em São Paulo quanto no Rio, o caos tem reinado nas favelas.
Em Sampa a dupla Lost Art documentou o pós-incêndio na favela do Jaguaré.
E no Rio, Ayrton Camargo fez seus panoramas 360 graus em plena guerra do tráfico na favela do Jacarézinho.
UPDATE 19/10/09:
Acabei de perceber que a dupla Lost Art deu uma reformulada no blog deles, agora com direito a RSS e tudo mais, show :)
Começa hoje o SP Photo Fest no MIS (Museu da Imagem e do Som), veja no site do festival o calendário com diversos palestrantes, incluindo Cristiano Mascaro, Amy Arbus e Antonin Kratochvil.
Informações Úteis:
MIS – Museu da Imagem e do Som
Av. Europa, 158, Jardim Europa – São Paulo – SP
Veja o Mapa.
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UPDATE 10/09/09:
Você não é de São Paulo ou está com preguiça de sair de casa? Veja a trasmissão ao vivo do SP Photo Fest pelo site do Studio Intro.
Exposição Otto Stupakoff. Fotografias, no Instituto Moreira Salles. Mais informações no site do IMS.

Via Fotoclube f/508.
O fotógrafo e amigo Apu Gomes, da Folha de SP, foi entrevistado pelo blog da editoria de Treinamento da Folha, e falou como é fotografar a tão conhecida Cracolândia durante a madrugada, em um trabalho que vem sendo desenvolvido desde 2007.
Mais Crack aqui no 28mm.
O Apu também já esteve aqui.
Um ótimo “Dia Mundial da Fotografia”. Muita fé nesse futuro sinuoso ;)
Homem confere o resultado da mega-sena em frente ao Pátio do Colégio, no centro de São Paulo.

Henrique Manreza/28mm
Polícia montada faz ronda e afugenta viciados em crack na R. Guainazes, região da Cracolândia, no centro de São Paulo.


Henrique Manreza/e-Sim/28mm
Coincidências do World Press Photo: Carlos Cazalis venceu a categoria “Contemporary Issues” com o ensaio “Homeless” feito aqui em São Paulo. Apu Gomes da Folha de São Paulo inscreveu uma imagem do mesmo personagem da foto de abertura da série do Cazalis.
Como foto única, particularmente sou muito mais a do Apu, porém o Cazalis venceu pelo ensaio ao todo, aí não tem muito o que falar.
Veja abaixo as duas imagens.
UPDATE 22/02/09:
O Apu também escreveu um ensaio além da foto individual, peço desculpas pelo mal entendido nesse caso.


Apu Gomes/Folha Imagem