Ensaio FORTE da fotógrafa Sarah Elliott que mostra o nível das clínicas de aborto ilegais que as pessoas se sujeitam. Algo que ela ressalta não é a legalidade ou ilegalidade do aborto, e sim sua segurança.
Não recomendado para pessoas sensíveis.
Ensaio FORTE da fotógrafa Sarah Elliott que mostra o nível das clínicas de aborto ilegais que as pessoas se sujeitam. Algo que ela ressalta não é a legalidade ou ilegalidade do aborto, e sim sua segurança.
Não recomendado para pessoas sensíveis.
Passei este sábado completamente offline, perdido nos cafundós de Parelheiros com o mestre fotógrafo e pescador Evandro Monteiro. Aceitei o convite de ir pescar com ele pela diversão e pelo bate papo sempre dez, pois já sabia que minha veia de pescador tinha ficado em outra vida.
Como foi um passeio extremamente divertido, resolvi mostrar um pequeno relato fotográfico deste dia frio e chuvoso, repleto de cerveja, barro e poucos peixes ;)
Selecionei somente 3 fotos para ilustrar este post, para ver todas as 16 clique aqui.
É com todo prazer apresento Evandro Monteiro, fotojornalista vencedor do prêmio Esso em busca do seu Pacu… rs
O Fernando Rabelo do Images&Visions publicou em seu blog (altamente recomendado) um fato histórico fotojornalístico super interessante.
A história se passa em 81, quando Sebastião Salgado fotografou o atentado de Ronald Reagan em Washington. Um marco na carreira do fotógrafo. Leia no blog do Rabelo como como tudo aconteceu.

Sebastião Salgado
Estima-se que as fotos lhe renderam mais de US$250.000. Salgado não confirma quanto ganhou, mas diz que: “Deu para comprar um carro e um apartamento em Paris”.
Em outro post o Rabelo mostra uma imagem feita pelo fotógrafo da Casa Branca Michael Evans no momento em que Salgado fez sua foto.

Michael Evans/White House. O fotógrafo Sebastião Salgado (o barbudo do lado direito da foto) no exato momento em que fotografou o atentado ao Presidente Reagan. Washington, 1981.
Uma aula :)
Leitura obrigatória para quem trabalha com fotojornalismo (e amantes da fotografia), o livro O Clube do Bangue Bangue foi parar nas telas de cinema. Ele conta a história real dos quatro fotojornalistas -- João Silva, Greg Marinovich, Ken Oosterbroek e Kevin Carter -- durante o Apartheid na África do Sul.
Em 2006 o curta-documentário The Life of Kevin Carter: Casualty of the Bang Bang Club foi indicado ao Oscar, e isso levou a DreamWorks e a Parkes/MacDonald a produzirem o longa. Infelizmente ainda não se tem previsão de estréia aqui no Brasil (estreou em abril nos Estados Unidos).
O Clube já esteve aqui no 28mm em duas ocasiões: A Herança de Kevin Carter e Clube do Bangue Bangue.
Veja o trailer do filme:
Aproveitando a deixa, não posso deixar de falar sobre o que recentemente aconteceu com o João Silva, um dos quatro fotojornalistas.
Durante uma matéria para o NY Times em 2010, ele pisou em uma mina perdeu as duas pernas, desde então o jornal publica notas a respeito de sua melhora. Ele agora utiliza duas próteses, teve que reaprender a andar e já publicou sua primeira matéria após o acidente. Uma lição de perseverança e amor a profissão.
Foi feito um site onde é possível ajudá-lo com doações ou comprando algumas de suas fotos impressas.
Se você curte longas entrevistas, o NY Times publicou em maio uma bem bacana com o João Silva e o Greg Marinovich.

Greg Marinovich visita João Silva. Foto: David Furst/The New York Times
Está no ar a revista digital Foto Grafia #06, leia online ou faça o download em pdf na faixa.
Destaques da edição: Simonetta Persichetti, jornalista e crítica de fotografia, colabora com a seção Opinião escrevendo sobre as problemáticas da fotografia contemporânea. Adriano Gambarini, fotógrafo da National Geographic Brasil, analisa o portfólio de Lucas Amorelli, fotógrafo que há cinco anos dedica-se em registrar as paisagens que encontra em seu caminho. Conheça o trabalho de Julio Santos, o Mestre da Fotopintura brasileira, a história desta arte centenária quase esquecida pelo tempo e sua nova versão, a Fotopintura Contemporânea [...]
A fotografia digital não só veio para ficar, como também para mudar alguns paradigmas. Nessa onda de câmeras fotográficas que filmam, muitos fotógrafos se arriscam em um novo mercado utilizando a mesma veia criativa da fotografia.
Como exemplo cito os fotojornalistas Marcela Beltrão e Murillo Constantino que trabalham comigo aqui no jornal. Eles acabaram de produzir o documentário “Invisíveis” que mostra um pouco da realidade dos moradores de rua. Coisa fina :)
O 28mm já publicou em outras oportunidades informações e matérias sobre o crack, droga altamente viciante que consegue destruir a vida de uma pessoa em muito pouco tempo. Isso levou o fotojornalista Victor Moriyama a procurar o blog e mostrar suas impressões sobre esse sério problema social.
O Crack se instalou nas principais cidades do planeta, tornando-se uma espécie de epidemia socialmente incontrolável e com consequências destruidoras para os usuários. Tive a oportunidade de registrar alguns usuários nas regiões centrais das cidades de São Paulo e São José dos Campos (SP) e notar traços de uma permanente inquietação. Alguns personagens após o uso mostravam um comportamento transtornado, e as alucinações eram constantes. Muitos me relataram seu desejo em sair do vício, qualificado como incontrolável, mas esbarravam na falta de amparo do Estado em oferecer clínicas de tratamento. Suas histórias de vida relatavam o verdadeiro drama de quem vive na rua, e se desligaram do convívio social com família e amigos. Especialistas indicam que o ápice do efeito da droga se da nos 3 primeiros minutos e pode se prolongar, de forma reduzida, até 10 minutos. Trata-se de um efeito rápido, de curta duração o que leva os usuários a querem estar novamente sob efeito da droga. Estima-se que um viciado pode chegar a morte em 7 anos ao usar a droga todos os dias.
O Crack é fabricado a partir da mistura de bicarbonato de sódio com uma pasta de cocaína. A palavra crack vem do inglês “to crack” associado ao barulho que as pedras fazem quando queimadas. O Crack é fumado em cachimbos improvisados ou em latas de alumínio e conta com o auxílio das cinzas de cigarro colocadas em baixo da pedra durante o consumo. Nas bocas de fumo o valor da pedra de crack é padronizado e custa em média 5 reais.







Texto e fotos: Victor Moriyama
E vem aí a segunda exposição com fotos made in iphone, a #EXPOGRAM ;)
Organizado pela amigas Luciana Obniski, Érika Garrido e Renata Chebel, a Expogram recebeu mais de quatro mil fotos inscritas através de uma hashtag (leia-se palavra-chave) no aplicativo Instagram para iPhone. Destas, apenas 200 estarão no papel e expostas na Tag&Juice a partir de amanhã (09/04).
Rááá, e reza a lenda que tem foto minha por lá :)
Veja abaixo algumas fotos selecionadas, a nota da exposição na home do UOL e neste link a Raquel explica o projeto em um bate bola da Revista TPM.

Quando? Sábado, dia 09 de abril de 2011 (a expo ficará até o dia 23 de abril).
Que horas? das 14:00 as 20:00.
Onde? Tag&Juice, Rua Gonçalo Afonso, 99 – Vila Madalena.
O fotojornalista Joel Silva, da Folha de São Paulo, conta como foi a tensão de ter estado tão próximo de um bombardeio na Líbia.
Via @joaowainer e TV Folha.
Trabalho fantástico do fotógrafo James Mollison que retratou diversas crianças e seus habitats (quartos) em diferentes lugares no mundo. De forma simples e direta, ele mostra as diferenças religiosas, culturais e principalmente sociais.





Fotos James Mollison
Só para não passar batido, em fevereiro tem o Festival de Fotografia Foto em Pauta, na cidade de Tiradentes – MG :)
Muitas palestras bacanas e muitos workshops interessantes. Se alguém pretende ir, se programe para não deixar pra última hora.
Leia também sobre o Foto em Pauta Tiradentes na Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil e no Olhavê.
Foi ao ar nesta sexta-feira a quarta edição da revista online Foto Grafia. Vale a pena ver ;)
Para quem não conhece a revista, no site é possível ver as edições anteriores.