A Pedra da Morte

Por Henrique Manreza - 14 de Agosto de 2011- 4 Comentários

O 28mm já publicou em outras oportunidades informações e matérias sobre o crack, droga altamente viciante que consegue destruir a vida de uma pessoa em muito pouco tempo. Isso levou o fotojornalista Victor Moriyama a procurar o blog e mostrar suas impressões sobre esse sério problema social.

O Crack se instalou nas principais cidades do planeta, tornando-se uma espécie de epidemia socialmente incontrolável e com consequências destruidoras para os usuários. Tive a oportunidade de registrar alguns usuários nas regiões centrais das cidades de  São Paulo e São José dos Campos (SP) e notar traços de uma permanente inquietação. Alguns personagens após o uso mostravam um comportamento transtornado, e as alucinações eram constantes. Muitos me relataram seu desejo em sair do vício, qualificado como incontrolável, mas esbarravam na falta de amparo do Estado em oferecer clínicas de tratamento. Suas histórias de vida relatavam o verdadeiro drama de quem vive na rua, e se desligaram do convívio social com família e amigos.  Especialistas indicam que o ápice do efeito da droga se da nos 3 primeiros minutos e pode se prolongar, de forma reduzida, até 10 minutos. Trata-se de um efeito rápido, de curta duração o que leva os usuários a querem estar novamente sob efeito da droga. Estima-se que um viciado pode chegar a morte em 7 anos ao usar a droga todos os dias.

O Crack é fabricado a partir da mistura de bicarbonato de sódio com uma pasta de cocaína. A palavra crack vem do inglês “to crack” associado ao barulho que as pedras fazem quando queimadas. O Crack é fumado em cachimbos improvisados ou em latas de alumínio e conta com o auxílio das cinzas de cigarro colocadas em baixo da pedra durante o consumo. Nas bocas de fumo o valor da pedra de crack é padronizado e custa em média 5 reais.


Texto e fotos: Victor Moriyama

Trabalho Noturno

Por Henrique Manreza - 20 de Agosto de 2009- 3 Comentários

O fotógrafo e amigo Apu Gomes, da Folha de SP, foi entrevistado pelo blog da editoria de Treinamento da Folha, e falou como é fotografar a tão conhecida Cracolândia durante a madrugada, em um trabalho que vem sendo desenvolvido desde 2007.

Apu Gomes/Folha Imagem
Apu Gomes/Folha Imagem

Mais Crack aqui no 28mm.
O Apu também já esteve aqui.

Crack, Close Up

Por Henrique Manreza - 27 de Julho de 2009- 1 Comentário

Mais dessa droga que destrói o ser humano. Tony Fouhse retrata viciados em crack em Ottawa, Canadá. Seu trabalho até então está dividido em duas partes: USER Night e USER Woman.

crack
Tony Fouhse

Via LENS.

Mais Crack no 28mm.

Crack, Pedra da Morte

Por Henrique Manreza - 25 de Julho de 2009- 3 Comentários

Excelente multimídia do fotógrafo Daniel Marenco.


Veja o Vídeo.

Via Mesa de Luz.

Mais Crack no 28mm.

Cracolândia

Por Henrique Manreza - 2 de Julho de 2009- 4 Comentários

Polícia montada faz ronda e afugenta viciados em crack na R. Guainazes, região da Cracolândia, no centro de São Paulo.

Henrique Manreza/e-Sim/28mm

Henrique Manreza/e-Sim/28mm
Henrique Manreza/e-Sim/28mm

Mais Crack no 28mm.

Cracolândia

Por Henrique Manreza - 13 de Fevereiro de 2009- 3 Comentários

Coincidências do World Press Photo: Carlos Cazalis venceu a categoria “Contemporary Issues” com o ensaio “Homeless” feito aqui em São Paulo. Apu Gomes da Folha de São Paulo inscreveu uma imagem do mesmo personagem da foto de abertura da série do Cazalis.

Como foto única, particularmente sou muito mais a do Apu, porém o Cazalis venceu pelo ensaio ao todo, aí não tem muito o que falar.

Veja abaixo as duas imagens.

UPDATE 22/02/09:

O Apu também escreveu um ensaio além da foto individual, peço desculpas pelo mal entendido nesse caso.

cazalis

Apu Gomes/Folha Imagem
Apu Gomes/Folha Imagem

Mais Crack no 28mm.